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Aprendizados e experiências na Tailândia!

Posted on segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Oi gente, quanto tempo heim? Acho que fiquei devendo algumas palavras para quem acompanhou tão de pertinho minha viagem aqui no blog, que curtiu, sentiu medo e felicidade por mim...

Como a vida é né? Cheguei no Brasil, já com a cabeça no trabalho e logo entrei na rotina, e de certa forma, deixei um pouco de lado tudo que passei lá na Tailândia. Eu queria ter escrito antes, mas acabei não o fazendo. Me dei a liberdade de deixar o blog aqui, vazio e quieto, até que eu tivesse vontade de dar vida a ele novamente, e cá estou!



Hoje vou falar um pouco do que tirei dessa viagem maravilhosa, e também incentivar aqueles que tem vontade, mas também muitas dúvidas e medo. Já que estamos falando de medo, vou começar com a primeira lição: Não tenha medo. O medo nos impede de conhecer lugares, pessoas e experiências incríveis. A falta dele pode te trazer sim algumas histórias azaradas, mas que no futuro viram é motivo de boas risadas. Na minha viagem, deixei o medo no Brasil, e fui viver a Tailândia à fundo, e como sou grata por isso!



Para quem não me acompanhou, vou contar um pouquinho do que fui fazer por lá. Por meio da AIESEC, consegui uma vaga em um projeto chama Sawasdee Project, que tem como objetivo preparar crianças da área rural da Tailândia com aulas de inglês e educação cultural. O Estado em que fiquei é considerado um dos mais pobres do país e tem a agricultura como principal atividade econômica. No projeto eu teria que dar aulas de inglês em uma escola de educação primária, e o tempo restante (finais de semana) eu poderia viajar. E foi o que fiz! 



Dar aulas para crianças tailandesas é um desafio muito compensador. Apesar da dificuldade de me comunicar e passar algum aprendizado da língua inglesa, os sorrisos e o amor que recebi de volta durante essas 6 semanas valeram mais que tudo. Crianças são crianças, amorosas, brincalhonas, sapecas e sempre muito inteligentes! Aprendi com elas que a felicidade e o sorriso no rosto dependem de muito pouco, ah como eram lindos aqueles meus aluninhos. Aprendi com eles muito mais do que ensinei. 



Todas as pessoas que conheci marcaram a minha vida de forma especial. Os amigos que fiz quando estava viajando sozinha, as professoras que viraram amigas mesmo sem falar inglês, a família que me recebeu tão bem, as meninas da Aiesec Tailândia e por aí vai... Os tailandeses são de fato especiais. São verdadeiros, te olham no fundo dos olhos, e dão amor e atenção sem pedir nada em troca. 



A segunda e grande lição que tive nessa viagem foi aprender a sorrir, sorrir com o coração, e deixar as coisas ruins de lado. O sorriso é parte da cultura desde país tão lindo e complexo, lá um sorriso fala mais que mil palavras. Quando eu me distraia, durante o almoço ou em um momento qualquer, e tirava o sorriso dos lábios, logo vinha alguém e me perguntava: Bruna, você esta triste? Sorria, sorria. O sorriso me abriu muitas portas, e para lembrar de sua importância fiz uma tatuagem linda em homenagem à esse aprendizado, que diz: Mantenha um coração sorridente. 



Nos finais de semana, quando eu conseguia, ia viajar. Eu já sabia que gostava de viajar sozinha, mas dessa vez, vi que gosto e muito. Como é boa aquela liberdade de decidir por novos caminhos, poder mudar de idéia, comer, sentar e caminhar quando tiver vontade. Viajar sozinha é também fazer amigos, conversar com pessoas de diversos cantos do mundo e concluir que no fundo somos todos iguais. 



Um dos grandes benefícios de fazer um trabalho voluntário na Tailândia, é ter a oportunidade de conhecer os diversos pontos turísticos do país, que vão de templos magníficos à praias paradisíacas. Apesar de eu ter conhecido lugares muito legais, e ter ido até para o Camboja, fiquei triste por ter tido tão pouco tempo para viajar! São taantos lugares lindos e ricos culturalmente, que dá pra  passar 1 mês só viajando. 




Nossa já falei demais né? Enfim, minha viagem foi incrível, mesmo com alguns perrengues e problemas que tive por lá, tentei enfrentar tudo de maneira positiva e ver o lado bom do que estava vivendo. O projeto Sawasdee ainda está acontecendo e precisa muito de novos voluntários, estou disposta a ajudar,  dar dicas e tirar dúvidas de quem tiver interesse! O que são 6 semanas em uma ano? Vale muito a pena de verdade! 

Ah, sobre o blog, ainda não sei o rumo dele, mas quando souber aviso viu!

Um beijo grande para todos!

Bru Oliveira Silva




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Eu e meus alunos - Sorrisos que não esquecerei nunca!

Posted on segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Hoje vou contar um pouquinho pra vocês como foi essa experiência maluca de ser professora de inglês por 6 semanas. Antes de tudo, PARABÉNS professores, eu já os admirava muito, agora então, to construindo um pedestal. É realmente um desafio e uma grande responsabilidade repassar conhecimento, seja ele qual for. Na minha "preparação"como professora para vir pra cá, tive ajuda da minha ótima professora de inglês Daniela Avello, que foi também  minha colega de trabalho. Como ela já tinha me avisado, só a experiência do dia-a-dia para nos ensinar as melhores formas e didática com cada tipo de aluno e classe. E foi assim mesmo que aconteceu comigo. 

Minha primeira aula foi um desastre, a atividade era muito difícil para os alunos, eles não entendiam absolutamente nada do que eu dizia e tive que dar as rédeas para a professora que estava me auxiliando. Com o tempo fui aprendendo que cada nível exigia atividades diferentes, os mais novinhos só querem fazer bagunça, por isso com eles faço pouco tempo de teoria no quadro e depois é só pintar, desenhar e brincar com as palavras. 

Os mais velhos me entendem melhor e são mais calmos, e a aula rende bastante. Nos erros e acertos, acho que fui uma boa professora, mas ainda teria muito a melhorar. O mais legal dessa experiência é ver o quanto eles me respeitam e me querem dentro da sala, ficam mega felizes quando eu chego e me dão aquele "Good Morning Teacher!!!!!"cheio de entusiasmo. Tenho algumas fotos que o diretor tirou das minhas aulas e também de brincadeiras que fiz, olha só!

Não reparem nas caretas! hehe

E nem nos desenhos!

Nessa brincadeira as crianças tinham que me dar as direções para chegar ao final da linha! Muito divertido :)

Aula do corpo humano


Aprendendo as partes do corpo brincando!

Eu e os alunos na classe 6, ou Prathom 6 como falam aqui!

Fiz uma palestra na semana passada sobre higiene bucal com a ajuda de uma dentista! Foi super divertido

A aluna escolhida ara mostrar como se escova os dentes corretamente!
Pois é gente, essa aventura está chegando ao fim! Estou muito feliz por ter tido coragem e incentivo dos meus pais maravilhosos para vir para cá trabalhar como voluntária, é uma experiência inesquecível! Nessa semana ainda vou organizar o English Day, com várias brincadeiras, e no sábado farão uma festa aqui na escola na qual irei me despedir de todos! Ainda não coloquei o post sobre o Camboja pois não consegui baixar as fotos da máquina, mas tentarei fazer isso antes de voltar. Para fechar esse post, acho que vale dizer que quem puder fazer algo desse tipo, deve ir sem pensar duas vezes. 

Até mais!
Beijos,
Bru Oliveira S. 

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Dia com os elefantes e um pouco mais!

Posted on domingo, 1 de setembro de 2013

Oieee, voltei para contar mais novidades da minha viagem por aqui! Vou tentar resumir hoje um pouquinho do domingo passado e também da minha semana que passou, e agora já está começando outra, nossa como passa rápido! Acreditam que volto em menos de 20 dias? Em um piscar de olhos estou aí, pra matar a saudade! Final de semana passado, no domingo, minha família querida daqui me levou para ver os elefantes em Surin, e realizar um sonho divertido, andar em cima de um deles! E não é que consegui? Chegamos lá, vimos um showzinho que eles fazem, que é engraçado mas nada demaais, e depois andei de elefante uns 20 minutos, bem emocionante.

Eu, Pidiam com Tafá e Ree assistindo ao show!

Fofo né?
Dando comida para o elefante!

Meu best friend!

Sabe quando chama pessoas na platéia pra ser cobaia? Adoroo! Sentada na tromba do elefante :)

Eu infelizmente não tenho aqui a foto que to andando no elefante, porque ficou na câmera da minha família, mas assim que eu pegar mostro pra vocês! É igual essa foto aqui de baixo, ficamos sentadas nessa banquinho em ciam do elefante e o guia nos leva. 

Elefante para passear.

Família querida que gosto tanto!

Quando saímos do Elephant World minha "mãe" passou na feira e eu claro fui junto, adoro um mercado de rua. Por incrível que pareça, muito coisa eu nunca vi na vida, principalmente os legumes e as verduras.

Verduras de tudo quanto é tipo!

Frutas que eu amo!

Depois de um final de semana animalesco, podemos dizer, tive uma semana bem difícil, acho que a mais difícil até agora. Na segunda-feira a noite comecei a ter dores fortes de estômago, e achei que era só uma indigestão. Mas piorou e tive febre a noite toda, e no dia seguinte, durante a manhã, eu estava tão fraca que desmaiei no banheiro e bati a cabeça. Foi um tanto assustador passar por isso sozinha em casa, sem ninguém para ajudar! Santo do WhatsApp que me conectou com a minha mãe e fiquei mais calma, para saber o que fazer. Logo depois fui socorrida e fomos para o hospital. Fiquei algumas horas lá, fiz exame de sangue e constataram infecção bacteriana, o que eu já imaginava. Todo mundo falou que eu teria isso, mas como demorou para acontecer, achei que tinha me livrado. Como é ruim gente, não desejo pra ninguém! Bom, depois desses dias me recuperando e tomando os remédios (milhares) , já estou bem melhor! Vale a deixa para comentar sobre o meu "seguro"de saúde, da marca Green Card. Fiquei muito decepcionada quando descobri que para a Tailândia você precisa pagar tudo, e eles reembolsam no Brasil. Quer dizer que se eu tiver que fazer uma cirurgia vou ter o dinheiro em mãos pra pagar? Palhaçada. Sorte que foi pouco e minha família daqui pagou tudo pra mim, mas antes de comprar qualquer pacote certifiquem-se de que os hospitais irão aceitar o cartão sem cobrança imediata.

As aulas no final da semana foram ótimas, é muito bom ver as crianças falando algumas palavrinhas a mais en inglês, mesmo que seja pouco, sei que elas estao evoluindo! Do "Good morning teacher"elas já estão no "Hi teacher, how are you? See you soon!" haha tão fofas. Neste final de semana passado fui passar 2 dias no Camboja, país que tem fronteira com a Tailândia, mas isso rende um outroo post. Em breve conto tudo aqui! Saudade Brasil! 

Beijos,
Bru Oliveira S.

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Tiger's Day - Ubon Ratchatani

Posted on quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Nas minhas pesquisas do que fazer e conhecer na Tailândia, descobri que bem mais perto do que eu imaginava, eu poderia ver tigres e elefantes, e possivelmente até tocar e andar neles, respectivamente. Uma das minhas maiores dificuldades em relação à viagens por aqui é o tempo curtíssimo do final de semana que tenho livre, para pegar ônibus/trem/taxi.. chegar no lugar, me encontrar, entrar no hotel, aproveitar e depois fazer tudo de novo na volta, em apenas dois dias, e a maioria dos lugares que quero visitar são tipo do outro lado do país. Nesse final de semana, minha família daqui e também uma outra família de amigos, decidiram que me levariam para duas províncias próximas, Ubon Ratchatani e Surin, para dar uma turistada e conhecer o mundo dos elefantes e o zoológico aberto com tigres. Vou dividir esse post em dois, para não ficar muito longo e cansativo, começando com os tigres! No sábado cedo meu chefe e eu pegamos o Nico (voluntário austríaco que conheci na sexta e que foi conosco no passeio!) e fomos ao encontro da Mai, Muk e do Noi, pai delas que nos levou para Ubon. O pai da Muk e da Mai é muito querido e atencioso, mas não fala um pingo de inglês e a nossa comunicação é simplesmente por meio de sorrisos.
Café Amazon que tem em quase todos os postos nas estradas, muito gostoso!
A viagem até Ubon foi de 2 horinhas acho, talvez um pouco menos. A primeira parada foi bem decepcionante, fomos à um zoológico com muitos tigres, mas que não tinha nenhuma estrutura, e os tigres lindos estavam todos presos em jaulas muito pequenas, e com uma cara de que não estavam gostando nem um pouco.

Olha o tamanho do bocejo!

Quando digo que eles tem classe, é tipo isso!

São muito apaixonantes, pena que tão bravos.
Apesar de tê-los visto bem de perto, o que me deixou um pouco satisfeita, fiquei triste de vê-los naquela situação. Eu já gostava de tigres, mas depois do ler a saga da maldição do tigre sou simplesmente apaixonada por eles! Ai sério, que animal mais maravilhoso, forte, expressivo, com classe. Difícil explicar a sensação que é olhar nos olhos deles, como eu queria ser a Kelsey nessas horas....

Onça linda e preguiçosa

Crocodilo assustador!
Bom, andamos um pouco por esse zoológico e decidimos ir almoçar. O almoço estava gostoso, com todas as comidas típicas que eles sempre comem, papaya salad, tom yum soup etc...

Eu e a Mai! Ela não é uma princesa? Amo!

A próxima parada, era o tão falado zoológico aberto de Ubon Ratchatani. Um zoológico aberto é aquele que agente fica em um carro, e vai passando no meio da "selva"para olhar os animais soltos e de perto, claro que no caso de tigres e leões tem uma proteção, mas dá uma sensação de que eles estão livres mesmo.


Entrada do zoológico de Ubon
O zoológico aberto de Ubon abriu à dois anos e ainda está em construção, por isso apenas 20% está funcionando, com apenas parte dos animais que eles vão ter ao final da obra. Isso me deixou meio desapontada, pois nosso passeio no carro aberto  durou no máximo 20 minutos, mas foi muito legal ver os tigres e leões "soltos"e principalmente, o tigre branco que nunca tinha visto. Eles ficam à uma distância considerável, e por isso não consegui fotos muito boas.

A foto está ruim e distante, mas só para constar a perfeição de um tigre branco. Quero pra mim!
Outros animais que encontramos no caminho, esses soltos mesmo.

Bambi fofo

 Ainda não consegui realizar o sonho de passar a mão neles, mas quem sabe um dia. Depois do zoológico fomos à um shopping enorme e super top que tem em Ubon, cheio de lojas legais. Sabe que desde que cheguei aqui combinei comigo mesma que não deixaria o consumismo tomar conta da minha felicidade, que é aquela sensação que temos de que se não compramos nada, não foi legal. E tem funcionado muito bem sabia? Eu fiz pouquíssimas compras, e olha que a Tailândia é um paraíso para compras! Depois do nosso passeio e um paradinha no Starbucks, voltamos todos para casa. Sou muito grata pelos pessoas que conheci aqui e que estão sempre preocupadas em me levar para conhecer os lugares, experimentar novas comidas e fazer de tudo para me ver feliz. Amanhã coloco tudo sobre o dia com os elefantes!

Bjo Bjo

Bru Oliveira S.

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Final de semana em Ko Samet!

Posted on terça-feira, 20 de agosto de 2013

Saber unir o útil ao agradável é uma coisa que gosto bastante de fazer, afinal, sempre podemos tirar a parte divertida em tudo que fazemos na vida, ou quase tudo. Nessa minha viagem para ser voluntária em um escola tailandesa, eu não poderia deixar de tirar proveito do país lindo que estou, e dar uma escapadinha para lugares paradisíacos nos finais de semana. A minha primeira parada foi em Ko Samet, ilha conhecida por ser a mais próxima de Bangkok (3 horas) e local de descanso para muitos tailandeses. É complicado conhecer lugares em apenas dois dias, e ainda descontar muitas e muitas horas de viagem, mas quando se quer muito e mão se tem outra opção, vai desse jeito mesmo. Sai as de Sisaket às 19:00 horas de sexta-feira, em um ônibus VIP, como diria a minha host family. Não era o máximo, mas tinha cobertorzinho, o banco deitava bastante e entregaram alguns snacks. Na ida, 10 horas de viagem, consegui descansar um pouco, apesar do ônibus gelado. Cheguei em Rayong, cidade próxima à ilha, às 5:30 da manhã. Essa parte foi meio tensa, eu não sabia exatamente qual era a distância da rodoviária até o pier para pegar o barco, e meu google maps resolveu não funcionar. Os "taxistas" (são mais carroças do que taxis, mas ok!) da rodoviária não falavam nadica de inglês, e eu fiquei uma meia hora negociando um preço que fosse justo, mesmo sem saber para onde estava indo. Consegui um por 300 baths e decidi arriscar. Eu não sei direito o que o taxista queria me dizer, mas ele apontava para o relógio e mostrava como se fossemos demorar 4 horas para chegar, o que eu duvidava muito! Ainda bem que eu estava certa, em 25 minutos ele me deixou no pier, e eu achando que ali acabavam meus problemas. 
Quando cheguei no pier, umas 6 e pouco da manhã, procurei por informação para ir à praia Vong Duen  e uma senhora me ofereceu um ticket de ida e volta por 200 baths, dizendo que eu teria que esperar até as 9 horas. Comprei, e esperei. Esperei, esperei, esperei.. Quando era mais ou menos 8 horas, um tuk tuk veio me buscar no pier dizendo que era para eu acompanhá-lo até o escritório, e depois iríamos até o outro píer, para pegar o barco. Relutante, eu fui. Chegando nesse escritório, outra moça quis me cobrar mais 200 baths, e me disse que o barco sairia 9:30. Eu fiquei P da vida, e comecei a brigar feito louca, e dizer que nao ia pagar mais um centavo, e que já tinha pago. Resumindo, tive que pagar haha. A taxa extra é cobrada para apenas uma parte de ilha, que é considerado um parque nacional não sei o que.. Depois de longas horas, peguei o barco. Ah, nesse momento de espera, fiz duas amigas canadenses, senhorinhas aposentadas curtindo a vida, quero ser igualzinha hehe! Elas foram comigo até a ilha e depois ainda tomamos uma cervejinha juntas. Quando chegamos lá, estava abrindo um solzinho e o lugar era lindo de cair o queixo, como eu fiquei feliz, sombra e água de coco, tudo de bom! Vocês devem estar cansados de ler né? Ok fotos então :)


Lindo né?

Dia perfeito!

Antes de partir!

Recepção da pousada
A pousada que fiquei era uma delícia, super simples e charmosa, além de ter a melhor localização dessa praia na minha opinião, pois ela pega bem o cantinho da praia, o que deixa ainda mais agradável. O preço era bem razoável, 30 dólares por noite aproximadamente, sem café da manhã. O meu quarto era bem básico mais ok, com ar condicionado e banheiro normal. 

Chalé número 6! 
O atendimento era bem bom, eles são super atenciosos e prestativos. Sem falar na massagem baratinha com vista para o mar e frutas fresquinhas para um snack perfeito!

Cervejinha Chang para comemorar! 

O café da manhã estava gostoso, mas a vista...

O restaurante fica em cima das pedras bem no cantinho da praia!
Sombra e água fresca

Praia iluminada a noite

Muita gente me perguntou se é realmente um lugar perfeito comparado às praias do Brasil. No caso dessa que eu fui, não. É uma delícia e lindo sim, mas tem lugares ainda mais bonitos e com águas  cristalinas que a de Ko Samet. Ainda não sei exatamente meus próximos destinos de final de semana, mas tentarei visitar as ilhas do sul, que são conhecidas por serem muitoo paradisíacas. 



Beijos e até logo

Bru Oliveira S.



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Primeira semana na Ban Samo School!

Posted on segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Imagino que estão todos ansiosos desde que comecei a postar aqui, para saber como iria ser a minha experiência como professora de inglês, pela primeira vez na vida. Eu nunca fui uma ótima aluna de inglês e só aprendi de verdade quando resolvi morar nos Estados Unidos aos 17 anos de idade. Mas mesmo assim, quando o voluntariado bateu na minha porta, não pensei duas vezes, afinal, tudo tem sua primeira vez. Na terça-feira passada, após o dia das mães, seria o meu primeiro dia como professora. Que nervoso que eu tava, quase não dormi! As 8 da manhã vim para a escola com o diretor, e quando cheguei, todas as crianças olhavam pra mim como se eu fosse de outro mundo, e cheias de vergonha, davam risadinhas e saiam correndo. Que sensação engraçada, ser de fato a atração, a novidade de algum lugar. Como já comentei com vocês, sou a única estrangeira da cidade, é bem difícil encontrar turistas por aqui.

Essas duas são de esmagar não?

Momento do hino no campo de futebol

Meditando, acreditam? Sim, fofos!

No primeiro dia observei como tudo funcionava, os rituais matutinos que incluem cantar o hino, levantar a bandeira, fazer orações ao buddha e receber algumas recomendações  e conselhos dos professores, tudo isso com todas as salas reunidas em um só local. Depois disso tudo, as crianças seguem para as suas salas, as 9 horas, para o início das aulas. Toda criança é de certa forma apaixonante, mas essas daqui, ai, esse olhinho puxado, cabelo preto liso, sorriso encantador, elas são tipo muuuito apaixonantes.

Ficam atrás de mim até na sala dos professores!

A minha primeira aula foi terrível, como era de se esperar. Peguei a pior turma na primeira aula do primeiro dia, 32 crianças de 7 anos. Elas não me entendiam, nem a professora que estava me auxiliando, aparentemente a atividade que eu havia separado era muito difícil para elas, e  tive que adaptar e ver o que elas conseguiam fazer. Tudo bem, pensei, foi a primeira, vou melhorar. Depois dessa aula, comecei a desenvolver uma certa didática e sequência para as atividades e também uma forma melhor de explicar o que tinham que fazer. Desenhos, vídeos e muitas imagens foram a salvação. A primeira semana foi meio confusa, eu não tinha recebido ainda a programação com os horários em que daria aula, e quais turmas seriam.

Criançada reunida

Na quinta-feira recebi a programação e consegui organizar melhor as atividades. Para os pequenos de 7, 8 e 9 anos, dispensei as atividades com muita escrita e leitura. Os maiores de 10, 11 e 12 já coloquei 2 atividades por aula, pois rendem bem mais. Apesar do meu medo inicial, eu diria que sou uma boa professora, é claro que gostaria de poder me comunicar melhor com eles, entender as dúvidas e dificuldades de cada um, mas faço o que posso. Nessa semana, percebi que meu horário estava sub utilizado, e resolvi sugerir aulas para as professoras também, que tem um inglês bem ruim.

Eu e as professores com o uniforme de quarta-feira

Eu e a Ree, que me recebe tão bem na casa dela.

Durante a aula...

Hoje, segunda-feira (19) vou começar a organizar um programa para elas, com frases e vocabulários diferentes das crianças, que seja útil no dia-a-dia.  Quanto ao tailândes, quando cheguei aqui, eu realmente estava determinada a aprender. Mas depois que vi o quão difícil que era, e também a quantidade de dialetos e alterações, acabei desistindo. Esse nunca foi meu propósito, e seria impossível aprender a falar tailandês em 1 mês e meio, mas já sei algumas palavras e frases básicas. A escola daqui me lembra as escolas de antigamente, quadros negros, trabalhos e colagens na parede das salas, refeitório e um enorme campo de futebol, tudo bem simples. Apesar da simplicidade, a escola é bem equipada com impressora, alguns computadores, xerox, wi-fi etc, o que me ajuda muuuito com os materiais. O almoço é ao meio dia e tem alguns pratos especiais para professores, já que as crianças comem arroz e sopa, basicamente. Nos primeiros dias odiei a comida, mas comi. Depois fui me acostumando e até achei alguns pratos mais gostosinhos, como carne de porco com legumes e frango com abacaxi. Bom, essa foi a minha primeira semana, tudo novidade e muita gente legal! Estou super feliz.

Mesa dos professores e o diretor ali atrás

Em breve volto para contar do meu primeiro final de semana passeando pela Tailândia, em uma ilha linda chamada Ko Samet. 

Beijos e uma boa semana para todos!

Bru Oliveira S.




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